Teste de realidade da produção
A demo passou. A aplicação passa por um atacante?
Segurança não é perguntar se o código parece seguro; é seguir quem pode fazer o quê com quais dados.
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O que aconteceu?
Componentes gerados podem funcionar isoladamente e quebrar políticas: uma chave do servidor chega ao browser ou a propriedade dos registos só é escondida na interface.
02
Porque é que isto acontece
- Chaves privilegiadas estão no bundle ou nos logs.
- Há autenticação, mas falta autorização por recurso.
- Uploads, webhooks e redirects aceitam entradas sem limites.
03
O que pode verificar
- Teste ações proibidas diretamente com duas contas.
- Procure segredos no código, histórico e build e rode os expostos.
- Verifique validação no servidor, cookies, CSP, dependências e debug.
NÃO TÉCNICO
Pense no que precisa de ser protegido — não no como.
A revisão de segurança soa técnica, mas já sabe responder à pergunta de partida.
- Dados de clientes — nomes, emails, moradas, qualquer coisa pessoal.
- Dados de funcionários e informação interna da empresa.
- Palavras-passe e qualquer coisa que prove quem alguém é.
- Pagamentos — mesmo através de um fornecedor de pagamentos, a forma como está ligado ainda importa.
- Quem pode ver ou alterar o quê — um cliente nunca deveria conseguir agir como administrador.
Diga ao Shipvise ou a um revisor o que está nessa lista; eles traduzem-no em verificações técnicas concretas — segredos, permissões, tratamento de dados de entrada — que o protegem.
04
Como testar a correção em segurança
Faça a correção num branch separado, valide-a num staging próximo de produção e publique exatamente a versão aprovada. Mantenha disponível o último artefacto estável e um rollback testado.
05
Quando precisa de um programador
Chame um programador sénior quando estiverem em causa dados, autenticação, permissões, pagamentos ou infraestrutura, ou quando a causa não for explicável. O Shipvise junta staging, verificações automáticas, revisão por IA ou sénior, deploy controlado, hosting e rollback.
FAQ
Perguntas que as pessoas realmente fazem
Vibe coding é seguro?
Pode ser, quando risco e controlos são proporcionais. Uma demo funcional não torna código não revisto fiável.
Um scan prova segurança?
Não. Autorização e lógica de negócio exigem contexto e muitas vezes testes manuais.
Qual é a primeira verificação de segurança que devo fazer?
Confirme que nenhum segredo ou chave de API privilegiada é enviado para o browser, e depois teste se um utilizador consegue aceder ou alterar os dados de outro utilizador.
Quais são os problemas de segurança mais comuns em aplicações criadas por IA?
A falta de autorização é o principal — uma aplicação que confirma quem é o utilizador mas não o que ele pode ver ou alterar. Chaves de API ou segredos expostos no código do lado do cliente, e regras de acesso predefinidas demasiado abertas, vêm logo a seguir.
Uma aplicação gerada por IA pode expor credenciais da base de dados ou chaves de API?
Sim, e acontece com frequência. O código gerado por vezes coloca uma chave destinada ao servidor em código que é enviado para o browser, onde qualquer pessoa a pode ler. Procure segredos no código e no build antes do lançamento, e substitua tudo o que tenha sido exposto.
A configuração predefinida do Supabase ou Firebase já é segura por si só?
Normalmente não. Ambos oferecem autenticação pronta a usar, mas as regras de acesso continuam a ter de ser configuradas por si para que os utilizadores só cheguem aos seus próprios dados — a configuração predefinida é um ponto de partida, não um modelo de segurança acabado.